Reino de Maconge

DESTAQUES

Pórtico

Depois de Sua Majestade o Rei de Maconge, D. Caio Júlio César da Silveira IV, se ter ausentado para parte incerta em 22 de Maio de 1977, sucedeu-lhe Sua Majestade o Vice-Rei, D. Mário Saraiva de Oliveira I, que reinou durante mais de 20 profícuos anos, primeiro à luz da Constituição de 1972 e depois da Constituição aprovada em 30 de Outubro de 1993.

Ausente em parte incerta, também, desde 10 de Março de 1998, abriu-se o processo de sucessão, por eleição, durante o qual se levantaram interrogações e dúvidas sobre várias disposições da Constituição de 1993, muito em particular no que respeitava ao seu artigo 45°, que estabelecia uma distinção entre os Nobres, sem razão de fundo, ou de forma.

Após a minha eleição para Sucessor de Sua Majestade o Vice-Rei, foi minha preocupação garantir, face às interrogações e diferentes interpretações surgidas, que nos princípios do ano de 1999 fossem convocadas Cortes Gerais para revisão e alteração da Constituição de 1993, e consequente aprovação de nova Constituição.

Foi nomeada uma Comissão de Revisão encarregue da compilação de várias propostas de alteração recebidas de Maconginos e que elaborou o projecto final, depois de reuniões com os Conselheiros de Estado, Ministros e Sobas do Reino.

É desse projecto que nasce a Constituição, presente às Cortes Gerais de 29 de Maio de 1999.

A base desta Constituição assenta nos princípios, essencialmente análogos, das Constituições de 1972 e de 1993, adaptados aos nossos tempos, de permanente mudança, tendo havido a preocupação de preparar um texto simples e arrumado, contendo aqueles grandes princípios.


Realço que se devolveram a todos os NOBRES do Reino os mesmos direitos e os mesmos deveres, principalmente no que concerne à composição do Colégio Eleitoral.

Procurou-se dar outra amplitude ao Conselho de Estado, que agora é aberto a todos os Maconginos, e não apenas a Duques. E conferiu-se ao Sucessor do Vice-Rei o direito a renunciar, o que não estava previsto nas Constituições anteriores.

Considero que, embora não sendo perfeita (porque nada é perfeito neste mundo) a Constituição vai ao encontro das diversas propostas apresentadas, procurando garantir o consenso mais alargado possível.

Registo aqui o meu apreço e a minha gratidão a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, deram o seu melhor, nas várias reuniões havidas, para que o projecto da Nova Constituição pudesse ser apresentado às Cortes Gerais.

E é com humildade e sinceridade que formulo os melhores votos para que os princípios fundamentais de MACONGE, de “UNIÃO, CAMARADAGEM e LEALDADE” sempre expressos nas Constituições aprovadas ao longo dos sessenta anos de vida do Reino se consolidem cada vez mais, para bem da Solidariedade e do Convívio entre todos nós.

Zambujal, 99/05/29

DECRETOS  / PORTARIAS / PROCLAMAÇÕES

Portaria Régia 1/2016  (Ceia Nacional do Ducado da Huíla)

Decreto Real 1/2016  (Novo Conselho de Estado)

Portaria Régia 2/2016  (Protocolo das Ceias)

Portaria Régia 3/2016  (Ceia Nacional de Luanda)

Portaria Régia 4/2016  (Nomeação do Sobeta de Faro)

Portaria Régia 5/2016  (Nomeação do Chefe do Protocolo de Leiria)


Portaria Régia 1/2017  (Nomeação do Chefe do Protocolo de Aveiro)

Proclamação 1/2017  (Romagens de Evocação)

Despacho Real 1/2017  (Nomeação do Chefe do Protocolo de Faro)

Proclamação 2/2017  (Homenagem a D. Acácio)

Portaria Régia 2/1017   (Nomeação do Chefe do Protocolo de Portimão)


Três anos depois de ter sido investido como Rei de Maconge, César da Silveira teimava em peregrinar no penúltimo ano do Liceu, o que não deixava de causar certos constrangimentos. Em 1941, os finalistas resolvem traze-lo para junto de si, mesmo que só a título honorífico...

Aqui se reproduz o valioso documento assinado por 16 finalistas e pelo Presidente da Academia da Huíla, Mário Pinto Fernandes:

O dia 29 de Dezembro de 1950 ficou marcado na história do "Diogo Cão" com a saída do primeiro número do jornal "PADRÃO". Iniciativa pioneira e, de certo modo, arrojada, teve indubitavelmente reflexos de ordem pedagógica e de referência relacional entre os estudantes dos últimos anos do  Liceu e a hoje conhecida como "Comunicação Social".
Foi, para muitos, o primeiro contacto com a escrita e certamente com a leitura de jornais.
Nas equipas redactoriais dos primeiros números do "PADRÃO" podem encontrar-se alguns nomes que mais tarde se tornaram sonantes na vida nacional: Eduardo Freitas Monteiro, José Teixeira da Costa, Fernando de Freitas, Carlos Figueiredo Jorge, Albano Pires 
Coelho, Vitor  Sá Machado.
A direcção foi confiada a um professor de prestígio muito respeitado entre os estudantes, o Dr. Higino Vieira, que logrou vencer as grandes dificuldades económicas e não só, que marcaram o início da publicação do Padrão, mormente os dois primeiros em que o Dr. Higino Vieira foi o Professor-Orientador.
(Clicar em cada uma das imagens para as aumentar)

Corria o ano de 2016, mês de Abril, o Nobre Macongino D. Paulo Jorge retirou da poeira do tempo este precioso documento, que conseguiu recuperar, digitalizar e enviar ao Repórter do Reino. Documento guardado por sua mãe, DONA MARIA DA PAZ, "NINA DO OTCHINJAU".

DECÁLOGO DE OITO MANDAMENTOS EXARADO POR  SUA MAJESTADE DOM JÚLIO CÉSAR DA SILVEIRA IV, REI DE MACONGE,  EM SÁ DA BANDEIRA NO ANO DE 1959

[Cedido por D. PAULO JORGE MARTINS]

[Clicar no Decreto para o ver ampliado e completo]


Resultados finais de 2ª e última volta das eleições para o II Vice-Rei de Maconge, em substituição de D. Mário Saraiva de Oliveira I.

Finalistas: D. Olavo Godinho, D. Henrique (Higino) Vieira; e D. Roberto da Silveira.


(Clicar no documento para o ver aumentado)

MENSAGENS



O documento que reúne todas as mensagens que os Maconginos deixaram no BAMBU, por ocasião da despedida do Vice-Rei D. Olavo I, a 17 de Março de 2016. 



[Clicar aqui]

No dia 12 de Fevereiro de 2001 foi assinada a Escritura de Constituição da Associação REINO DE MACONGE - ASSOCIAÇÃO DE ANTIGOS ESTUDANTES DA HUÍLA, entidade a quem o Governo Provincial da Huíla entregou o terreno da sede dos Reais Paços de Maconge no Lubango.
Assinaram esse documento em nome de Maconge: Sérgio Teixeira da Silva, Fernando Peres, Margarida Ventura, António Lemos, Rogério Pinto, Carlos Cebolo, Joaquim Silva, José Cebolo, Luis Nunes e Fernanda Pinto Miranda. 
[Clicar na imagem do Documento]                                                      [DOCUMENTO CEDIDO POR D. FERNANDO PERES]

Alguns pais tentavam por todos os meios contrariar esta praxe. Mas, para a esmagadora maioria, a careca era motivo de orgulho, que os caloiros exibiam no Liceu como pelas ruas da cidade. Ao cabo de um mês, já sem sinais da careca, o caloiro estava integrado na Academia.

Em Março de 1973 Sua Majestade o Rei de Maconge, D. Caio Júlio César da Silveira IV visitou oficialmente o Ducado do Lobito, onde foi recebido com todas as honras a que faz jus. Participaram todos os Maconginos do Lobito, encabeçados pelo Grão-Duque D. Raúl Farrica.

[Fotos do álbum pessoal de Sua Majestade o II Vice-Rei de Maconge, D. Olavo I, Grão-Duque de Mocolocolo]

 

A "REVISTA DE ANGOLA", semanário que várias vezes deu relevo a realizações do Reino de Maconge e acompanhava com interesse a sua evolução, publicou uma extensa reportagem, sobre a deslocação de Sua Majestade o Rei de Maconge ao Ducado de Nova Lisboa (Huambo). Era então Duque de Nova Lisboa o actual Vice-Rei Dom Olavo Godinho.

[Documento cedido por S.A.R. o Príncipe de Maconge, Dom Roberto da Silveira]

 [Clicar nas fotos para as aumentar]

Em 1972  residia Sua Majestade o Rei de Maconge em Luanda, quando a grande Diva do Fado visitou novamente Angola para uma série de actuações que incluiu  Sá da Bandeira. Apreciador do Fado e admirador de Amália Rodrigues, Don Caio veio a confessar-se encantado com a sua beleza e inesperado sentido de humor.
[Fotos cedidas AO SITE OFICIAL DE MACONGE por D. Estrela CARVAS, antiga Secretária Pessoal de Amália Rodrigues]

[Clicar nas fotos para as aumentar]